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Glossário do marketing digital: tudo o que você precisa (e deve!) saber – Parte 2

Na última terça-feira, postamos aqui no blog a primeira parte de um glossário básico de marketing digital. Se você perdeu, confira aqui, mas caso tenha acompanhado, lembra que falamos por último em advogado de marca? Um dos sonhos de qualquer bom trabalho em marketing digital: que os usuários citem as palavras do conteúdo da empresa em nome deles.

Hoje, vamos comentar mais alguns “sonhos” das marcas e conceitos base do marketing digital. Confira só:

Buzz marketing – É o telefone com fio da internet – “com fio”, pois não há perda de informação. Quando muita gente está falando sobre alguma coisa, isso é buzz. É a disseminação de um produto e serviço por meio da cadeia de consumidores. E nada mais estratégico que isso! Por isso é o sonho de todo “marqueteiro”.

Social Selling – ou venda social, é a expressão usada para descrever a utilização de redes sociais como forma de encontrar oportunidades de negócios, criar relações confiáveis e atingir as metas de vendas do seu negócio. O Social Selling permite uma melhor geração de leads, prospecção de vendas e elimina a necessidade de chamadas frias (cold calls). É a construção da confiança e do relacionamento entre a sua empresa e os clientes dentro da rede social.

ROI – sigla de Return on Investment, exatamente retorno sobre o investimento em português. Significa a relação entre a verba investida e os valores recebidos diretamente da ação.

Assessoria de imprensa 2.0 – a assessoria de imprensa é um serviço que tem mudado ao longo dos tempos. A AI 2.0 lida não só com jornalistas, mas também com influenciadores digitais (páginas em redes sociais e blogueiros) com o objetivo de ampliar o alcance de uma determinada marca.

Link building – conseguir mais links externos auxilia um site a se posicionar melhor nos buscadores do Google. É um dos objetivos da assessoria de imprensa 2.0, que seu site tenha links em outros sites, blogs e redes sociais.

AdWords – Mecanismo de estratégia do Google que impulsiona palavras-chave compradas por pessoas e empresas. Sabe quando você procura alguma coisa no buscador e os primeiros itens aparecem em destaque, com um fundo diferente do restante? Isso acontece pois eles pagaram por aquelas palavras que você buscou. Podem ser desde mais genéricas, como “amor”, à termos mais complexos, como “permacultura”. Os valores pagos por cliques também variam de acordo com a demanda. Quanto mais buscados, mais custam.

Busca orgânica – Quando consumidores-chave buscam o determinado produto e serviço sem que a empresa pague por isso. Pode acontecer pela busca no Google, sem que a organização tenha investido em AdWords, por exemplo.

Remarketing – Ele possibilita alcançar pessoas que já entraram um site. Os dados desses antigos visitantes permite que os produtos e serviços que ele consultou de determinada voltem a aparecer em sites que fazem parte da Rede de Display do Google, ou ao pesquisarem termos relacionados.

Brainstorming – É o famoso “toró de parpite”. Quando duas ou mais pessoas se reúnem para definir uma pauta, ação, estratégia, campanha etc. juntam tudo e dão continuidade planejamento acordado anteriormente.

KPI – esta é mais uma sigla em inglês. Significa Key Performance Indicators (algo como indicadores de desempenho). Eles tornam possível medir o andamento das ações. Assim, indicam os caminhos a serem seguidos, bem como provam se os objetivos escolhidos foram alcançados.  Como o marketing digital promove muitas informações, com seus KPIs conseguimos entender quais ações têm melhor resultado e investir o budget de forma mais inteligente e equilibrada.

A viagem até aqui foi um pouco longa, sim, mas esperamos que tenha sido também prazerosa e interessante! Viu só quantas coisas envolvem marketing digital? E isso é só o básico do básico.

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