Facilidade de Negociação em Empresas B2B: Um Diferencial
O que está drenando a receita no B2B?
A percepção que nós temos dos nossos processos de venda e o que o cliente sente no dia a dia podem ser diferentes.
Uma pesquisa recente da Deloitte deixa isso evidente. Enquanto a maioria das empresas B2B confia que a sua operação digital é eficiente, menos da metade dos compradores concorda com essa visão. Para muitos deles, é difícil fazer negócio quando tudo ainda parece manual.
Ser uma empresa ágil e fácil de negociar requer que a omnicanalidade, a integração de dados e os Agentes de IA caminhem juntos. Essas são as frentes nas quais organizações B2B bem-sucedidas estão investindo.
Elas fazem sentido porque a variedade de canais dá ao consumidor a liberdade de escolher onde comprar. Ao mesmo tempo, a integração de dados confere inteligência aos times no fechamento do negócio, e os Agentes de IA aceleram operações como o envio de propostas.
O resultado aparece no caixa. O comprador recompensa gastando 29% a mais quando essas áreas estão conectadas e geram experiências fluidas.
Com orçamentos que necessitam ser precisos e as expectativas crescentes dos clientes B2B, olhar para esses dados permite que a gente detecte pontos cegos na jornada de venda e amplie horizontes sobre onde vale a pena investir agora para gerar receita.
Fazer o básico pode custar caro
Por falar em expandir horizontes, o marketing B2B costuma repetir fórmulas quando o assunto é destinar valores para investimento. A verba frequentemente se concentra em canais de conversão, como mídia paga.
Ao focarmos em métricas de curto prazo, priorizamos o resultado imediato em vez da construção de autoridade, que facilita a diferenciação e a entrega de lucratividade ao longo do tempo.
A Fernanda Nascimento aborda como entrar no automático afeta diretamente o conteúdo. Confira em seu artigo completo.
Organização, suporte e experiência: quais são os próximos passos da IA dentro das empresas?
Quando a IA faz parte do dia a dia das equipes, a maneira como os profissionais lidam com tecnologia passa a ser critério na seleção de candidatos nas empresas.
O Cristovão Wanderley compartilha que esse movimento gera mudanças na forma de recrutar, pois redefine o que entendemos sobre talentos em uma era automatizada. Ele traz uma provocação no seu artigo que vale muito a pena refletir.
Mais insights aqui:
- A IA tem provocado transformações profundas em vários segmentos. Chegou a hora do SaaS, que tem movimentado o mercado com questionamentos sobre a sua obsolescência. Ricardo Brandão, CEO e fundador da Skyone, especialista no mercado de TI, analisa a transição dessa solução, que está sendo guiada por Agentes de IA e automações que operam tarefas e tomam decisões em processos complexos de forma orquestrada. Veja os impactos dessa mudança na prática em artigo recente.
- Já no setor de e-commerce, o que muda é a migração para um formato de vendas conversacional. Por dentro do assunto, Natalia Quadros, VP de Vendas Customer Experience para Brasil e MCLAC Sul da SAP, divide com a gente que somente ofertas atraentes já não são suficientes. Nesse design de diálogo, contexto e relevância valem mais na experiência de compra. Acesse outras importantes tendências e insights em seu artigo.
O que o cliente quer hoje é conveniência e simplicidade. Essas alterações de comportamento e hábitos de compra influenciam no quanto as marcas podem ganhar ou perder espaço no mercado.
Precisamos identificar as nuances desses novos costumes e utilizar a tecnologia para tornar a jornada simples e de alto valor. Ainda teremos muitas conversas boas sobre esse tema por aqui.
Stratlab Inteligência Digital.






