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Tempo de Leitura: 3 minutos

A Retomada do Branding no Cenário Estratégico

A retomada do branding

Sabemos que, a cada ano, os investimentos em mídia paga aumentam. Depois de anos de foco quase exclusivo em performance, o olhar para o branding volta a ganhar força como alavanca de crescimento de marca no longo prazo.

Não é por acaso. No mesmo passo, os custos também crescem, deixando muitas vezes o ROI dessa tática digital no empate ou nem isso.

Paralelamente, temos outro desafio, que são os cliques inválidos. Foram US$ 63 bilhões perdidos no ano passado, segundo o Global Invalid Traffic Report 2026, da Lunio. Ou seja, os anúncios acabam não atingindo o usuário que realmente importa. São recursos desperdiçados.

Nestes tempos de métricas de curto prazo, uma alavanca já conhecida volta ao seu posto. Pelo menos entre os CMOs europeus, a prioridade número um é o branding, como mostra a McKinsey.

É o ressurgimento do valor da marca como ativador do crescimento a longo prazo por meio da construção de narrativas que aumentem a percepção do cliente. Com isso, a gente pavimenta o terreno para as vendas antes mesmo do primeiro contato, seja no B2C, seja no B2B.

Quando nós conectamos o branding com a geração de demanda, impactamos a audiência com autenticidade e significado. Atraímos os que fazem a roda do negócio girar, mantendo o termômetro da performance equilibrado e consistente. Leia mais sobre o assunto aqui.

Tecnologia virou commodity e consumidor pede mais conexão humana

A tecnologia não é mais um diferencial, virou requisito. Os clientes já esperam por ela, é o novo padrão, deixou de ser hype. Com a saturação da digitalização, o retorno à conexão humana se tornou a verdadeira diferenciação para as marcas.

Entramos em um momento em que a personalização da experiência do consumidor necessita ganhar camadas mais profundas, emocionais e empáticas. A Fernanda Nascimento reflete sobre o assunto em seu artigo, publicado no Meio & Mensagem.

Substituição da lógica do SEO para a do GEO decreta o fim dos hacks de marketing

As palavras-chave reinavam absolutas na busca por visibilidade em um mundo em que os grandes buscadores eram os principais meios. Com a Inteligência Artificial, a lógica do ranqueamento mudou.

Como Fernanda Nascimento traz em seu artigo, o GEO toma a frente, o que não quer dizer que o SEO irá desaparecer. Na verdade, o que importa agora são os sinais de confiança e o posicionamento genuíno da marca, que serão lidos por algoritmos de IA, formando um ecossistema interconectado.

O que os anúncios no ChatGPT revelam sobre o futuro da publicidade baseada em contexto?

A GenAI também vira a chave no campo das mídias pagas. O ChatGPT divulgou que irá começar a testar anúncios na plataforma.

Como o Cristovão Wanderley fala em seu artigo, a conversa muda. Não é mais só prompt e resposta, a jornada integra descoberta e decisão. Entra novamente a necessidade de relevância e intenção, que pede mudança na forma de fazer marketing e publicidade.

Mais insights para você:

  • Ana Karina Bortoni, CEO do Grupo Silvio Santos, compartilhou uma reflexão importante em seu artigo. As amizades que construímos no dia a dia do trabalho contribuem para nossa saúde mental e emocional e injetam na empresa ativos valiosos, como o fortalecimento da cultura e o engajamento. Ela trouxe dados que comprovam essa dinâmica e são bem interessantes. Leia o artigo completo.
  • O que estamos dispostos a sustentar quando o caminho mais fácil parecer muito tentador? Essa provocação é de Alessandro Pereira, sócio-fundador da Mania de Churrasco!. Ele traz para a gente reflexões sobre o valor e a importância da coragem nos negócios em um mercado competitivo, com exemplos do que fez em sua própria empresa. Veja mais no seu artigo.

Consistência, relevância e, acima de tudo, centralidade no humano. A tecnologia é um meio, uma ferramenta que nos dá escala. Tanto as pessoas quanto as empresas e as marcas têm, nas conexões, o mais forte catalisador de resultados, que vem do contexto, dos valores que compartilhamos e da vida real, formando um fio que nos liga e nos leva a sair do lugar-comum, a ter aqueles insights fora da bolha.

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